Teste grátis de 14 dias · sem cartão

Controle de ponto pelo celular, com selfie e localização

R$ 49,90 por mês pra até 19 funcionários — os sistemas mais conhecidos cobram de 100 a 120. Cada batida com foto e GPS, a folha do mês fecha sozinha, e se um dia virar processo você tem prova forte a seu favor.

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14 dias grátis, sem cartão. Depois, R$ 49,90/mês pra até 19 funcionários.

Comprovante de batidaregistrada

08:02

Entrada de hoje

Localização registrada na hora da batida

Registro permanente. Depois de gravado, ninguém apaga nem edita.

Por onde o dinheiro sai sem você ver

  • A folha que você paga no escuro

    100% no chute

    O aviso de chegada é uma foto qualquer no grupo do WhatsApp. Na hora de fechar a folha, vale o que cada um diz que trabalhou. Você paga 100% do salário com zero certeza das horas. É a maior conta da sua empresa, fechada no chute.

  • Um marcou pelos dois

    -8 h/mês

    Um chegou no horário e avisou pelos dois. O outro entrou uma hora depois. Naquele dia você pagou uma hora que não existiu. Se isso acontece duas vezes por semana, são umas 8 horas por mês saindo do seu caixa por trabalho que ninguém fez.

  • O eterno "esqueci de marcar"

    -R$ ?/mês

    Toda semana alguém esquece. Você completa o horário de cabeça, e a memória do funcionário sempre lembra mais hora do que a sua. Cada "esqueci" resolvido no chute é diferença paga a mais. Pequena, invisível e todo mês.

  • Os 20 minutos que viram salário

    -R$ 700/ano

    20 minutos de atraso por dia parecem nada. São mais de 7 horas no mês pagas como se trabalhadas. Faça a conta com um salário de R$ 2.000: passa de R$ 60 por mês, mais de R$ 700 por ano. Por funcionário. Sem registro, ninguém enxerga e você banca.

  • O caderninho na audiência

    -R$ dezenas de milhares

    Rasura, folha que some, cada um lembra de um jeito. Numa disputa, vale quase nada. Aí a conta é refeita pela versão do ex-funcionário: 2 horas extras por dia, por 2 anos, com reflexos em descanso, férias, 13º e FGTS. Um pedido assim vira dezenas de milhares de reais. Por horas que talvez nunca existiram.

Soma do que sai sem registro

ninguém sabe

Nenhum desses buracos aparece no extrato com nome. Aparecem como "folha de pagamento". O registro é o que separa o que você deve do que só disseram que você deve.

A saída é mais simples do que parece

O PontoSin transforma o celular que cada funcionário já tem no bolso em registro de ponto. Funciona assim:

  • Ele abre o link pessoal dele no navegador e tira uma selfie. O sistema confere se a foto tem um rosto de verdade. Foto do chão não passa batido: o app pede outra foto na hora e, se mesmo assim vier sem rosto, a batida entra destacada em vermelho pra você conferir. Colega marcando pelo outro fica registrado com a cara de quem marcou, e a foto fica no painel, pra você ver.
  • A localização entra junto, na hora da batida. Batida sem localização fica separada, esperando você conferir.
  • O registro não se apaga. Correção não substitui a batida: entra ao lado dela, com autor e motivo. A história inteira fica guardada.
  • Todo mês o funcionário revisa o espelho e dá o aceite digital. As horas ficam combinadas por escrito, enquanto todo mundo lembra.

Isso é um registro consistente, o tipo de prova que pesa a seu favor.

E a lei?

Empresa com até 20 funcionários não é obrigada a registrar ponto (CLT, art. 74). Registrar é escolha sua. E é justamente por ser escolha que ela pesa: quando a discussão chegar, você é o lado que tem registro. O outro lado tem memória.

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14 dias grátis. Sem cartão. Sem fidelidade.

Tudo isso está incluído

  • Batida com selfie conferida e localização
  • Espelho de ponto mensal
  • Banco de horas calculado sozinho
  • Férias e feriados no calendário
  • Fechamento do mês com aceite digital
  • Correção com trilha: autor, motivo e data
  • Funciona em qualquer celular, pelo navegador
  • Sem aparelho, sem app pra instalar

Quanto custa controlar o ponto? E quanto custa não controlar?

Não controlar nada

A palavra do ex-funcionário contra a sua, pedido de horas extras com reflexos.

dezenas de
milhares

Relógio de ponto físico

Aparelho na parede, instalação, manutenção.

R$ 2.000+

Sistemas grandes

Feitos pra empresas de 100 funcionários, cobrados dos pequenos.

R$ 70 a R$ 100/mês

PontoSin

Até 19 funcionários. Tudo incluído. Sem aparelho.

R$ 49,90/mês

Com o time cheio, dá R$ 4,99 por funcionário por mês. Menos de 17 centavos por dia de registro guardado.

Oferta de lançamento

Seu primeiro mês sai por R$ 29,90

Você testa 14 dias de graça, sem cartão. Gostou? O primeiro mês custa R$ 29,90. Daí em diante, R$ 49,90 por mês. Um plano só, sem letra miúda.

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A garantia é simples: você só paga se ficar

Os 14 dias de teste não pedem cartão. Você cria a conta, cadastra o time, manda os links e vê o ponto funcionando de verdade, com as suas pessoas. Se não te convencer, é só não assinar. Ninguém te cobra, ninguém te liga. E depois de assinar não tem fidelidade: cancela quando quiser.

Quem faz o PontoSin

O PontoSin nasceu dentro do nosso próprio grupo de empresas, em Goiânia. Criamos o sistema pra resolver esses mesmos problemas aqui dentro: primeiro numa lavanderia, depois numa clínica. Hoje os nossos funcionários batem ponto nele todos os dias. Quando você testa, está usando o mesmo sistema que a gente usa na nossa própria folha.

As dúvidas que todo dono tem

R$ 49,90 não é caro pra minha empresa pequena?
Compare com as alternativas: o aparelho físico custa R$ 2.000 ou mais, e os sistemas mais conhecidos cobram de R$ 100 a R$ 120 por mês pra uma equipe assim. Agora compare com o que já sai hoje: só o atraso de 20 minutos por dia custa mais de R$ 60 por mês num salário de R$ 2.000. Um funcionário com atraso paga o sistema pra empresa inteira. E uma única ação sobre horas extras discute dezenas de milhares de reais.
É complicado de usar? Meu time não é de tecnologia.
Se a pessoa sabe tirar selfie, sabe bater ponto no PontoSin. Não tem app pra instalar, não tem senha pra decorar: o funcionário abre o link dele no navegador e marca. Do seu lado, o painel mostra o espelho pronto, com banco de horas calculado.
Meus funcionários vão reclamar?
O registro protege os dois lados. A hora extra que o funcionário fez de verdade fica gravada e aparece no espelho que ele mesmo aprova todo mês. Quem trabalha certo gosta de ter prova disso. A selfie é só detecção de presença de rosto: confere que tinha uma pessoa na frente da câmera, sem identificar rosto nem comparar fotos.
Esse registro vale como prova?
Registro com foto, localização, trilha de correção e aceite mensal do funcionário é um registro consistente, muito mais forte que caderno, planilha ou nada. Nenhum sistema garante vitória na Justiça (desconfie de quem prometer), mas quem tem registro organizado começa qualquer discussão na frente.
Preciso comprar algum aparelho?
Não. Nada de relógio na parede nem cartão de papel. O celular que cada um já tem, com o navegador que já vem nele, é o suficiente. A lei nem exige ponto de empresas com até 20 funcionários: registrar é escolha sua, e o PontoSin torna essa escolha barata.
E se eu quiser cancelar?
Cancela quando quiser. Não tem contrato de fidelidade nem multa. E o teste de 14 dias nem cartão pede, então a decisão de assinar é tomada depois de ver o sistema rodando na sua empresa.

O registro só protege a partir do dia em que começa

Não existe prova do passado: tudo que aconteceu até hoje ficou na palavra de cada um. Do primeiro ponto batido em diante, cada dia entra registrado a seu favor.

São três passos: cria a conta, cadastra o time e manda os links pelo WhatsApp. Amanhã cedo o primeiro ponto já pode entrar.

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